Deficiência Visual
O verdadeiro papel do Educador é intermediar a relação da potencialidade cognitiva do educando com o mundo de possibilidades a sua volta.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Louis Braille
Baixa Visão e Cegueira
- A deficiência visual é a perda ou redução de capacidade visual em ambos os olhos em caráter definitivo, que não possa ser melhorada ou corrigida com o uso de lentes, tratamento clínico ou cirúrgico. Existem também pessoas com visão sub-normal, cujos limites variam com outros fatores, tais como: fusão, visão cromática, adaptação ao claro e escuro, sensibilidades a contrastes, etc.
- A pessoa com baixa visão apresenta uma perda visual severa, que não pode ser corrigida através de tratamento clínico ou cirúrgico, nem com o uso de óculos convencionais. Entretanto, ela mantém um resíduo visual que é individual e a intensidade da visão depende da pessoa.
- A cegueira é uma alteração grave ou total de uma ou mais das funções elementares da visão que afeta de modo irremediável a capacidade de perceber cor, tamanho, distância, forma, posição ou movimento em um campo mais ou menos abrangente.
- Pode ocorrer desde o nascimento (cegueira congênita), ou posteriormente (cegueira adventícia, usualmente conhecida como adquirida) em decorrência de causas orgânicas ou acidentais.
- Degeneração Macular
- Glaucoma
- Retinopatia Diabética
- Catarata
- Foi criado por Louis Braille e baseia-se na combinação de 63 pontos que representam as letras do alfabeto, os números e outros símbolos gráficos. A combinação dos pontos é obtida pela disposição de seis pontos básicos, organizados espacialmente em duas colunas verticais com três pontos à direita e três à esquerda de uma cela básica denominada cela Braille. A escrita Braille é realizada por meio de uma reglete e punção ou de uma máquina de escrever Braille.
- Para facilitar a alfabetização em braille, podem ser feitas algumas adaptações no mesmo, como fazendo a réplica das celas braille em tamanhos maiores para poder aumentar a sensibilidade do tato. Com o passar do tempo, a cela vai diminuindo até chegar no tamanho padrão.
- É utilizado para a realização de cálculos matemáticos. Também existe uma calculadora que ao apertar alguma tecla ela fala o número ou símbolo que você apertou.
- ópticos: aqueles que possuem lentes (óculos especiais, lupas, telessistemas, etc.) , prescritos pelo oftalmologista.
- não ópticos: aqueles que não possuem lentes (iluminação, contraste, ampliação), de grande utilidade na escola, empregados como recursos didáticos, indicados pelo professor.
- eletrônicos: videomagnificadores (CCTV, lupa eletrônica, maxilupa).
- Muitas vezes são utilizados jogos pedagógicos adaptados, até mesmo pelos próprios professores, para os deficientes. Os jogos valorizam o sentido do tato, e a audição.
- Os jogos são muito importantes no processo de aprendizagem de qualquer criança, e para os alunos com deficiência visual não é diferente. Alguns jogos são adaptados para esses estudantes.
- O estudante com deficiência visual é integrado a partir do momento em que entra em uma escola, já que a escola deve estar adaptada para recebê-lo.
- Já o processo de inclusão é longo, pois o aluno só será incluído em uma classe de ensino regular, após se alfabetizar em braille em um Centro de Ensino Especial ou em uma Sala de recursos.
- Toda criança precisa do apoio dos pais no âmbito escolar, e pode-se perceber durante as visitas que os pais sempre estão apoiando, quando possível, para que o aprendizado dos filhos se torne mais eficaz.
Observações que devem ser feitas por pais e professores
Existem indícios que, se observados, podem sugerir uma consulta ao oftalmologista. Os mais comuns são:
• Segurar habitualmente os livros muito próximos ou muito afastados dos olhos na leitura;
• Inclinar a cabeça para frente ou para um dos lados durante a leitura, com o intuito de ver melhor;
• Franzir ou contrair o rosto na leitura à distância;
• Fechar um dos olhos para ver melhor um objeto ou ler um texto;
• “Pular” palavras ou linhas na leitura em voz alta;
• Confundir letras na leitura ou na escrita;
• Trocar ou embaralhar letras na escrita;
• Não ler um texto na seqüência correta;
• Queixar-se de fadiga após a leitura;
• Apresentar desatenção anormal durante a realização das tarefas escolares;
• Reclamar de visão dupla ou manchada;
• Queixar-se de tonteiras, náuseas ou cefaléia durante ou após a leitura;
• Apresentar inquietação, irritação ou nervosismo excessivo após prolongado e intenso esforço visual;
• Piscar os olhos excessivamente ou lacrimejar, sobretudo durante a leitura;
• Esfregar constantemente os olhos e tentar afastar com as mãos os impedimentos visuais;
• Sofrer quedas, esbarrões e tropeços freqüentes sem causa justificada.
Recomendações para os professores
Fonte: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_dv.pdf
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Refêrencias:
VYGOTSKI, L. S. Obras escogidas: fundamentos de defectología. Tomo V. Madrid: Visor, 1997.